É recomendável que o bom marido, ocasionalmente, quando julgue necessário, dê pequenas surras em sua esposa. O intuito dessa medida é corrigir a conduta da mulher e garantir que a sociedade, futuramente, não venha a sofrer com comportamentos inadequados. Claro que não se trata de espanca-la, deixando-lhe marcas ou hematomas. Estamos falando de uma surra educativa: só alguns tapinhas e nada mais. Esse tipo de atitude só pode beneficiar a própria mulher, pois mesmo que sendo-lhe doloroso esse tipo de correção, ela, no futuro, só poderá agradecer ao seu esposo por ter-lhe mostrado o que é certo e errado.
Reflexões, angústias, sonhos, medos e alegrias de uma mãe de primeira viagem, aprendendo a ser mãe...
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quinta-feira, 12 de junho de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Para nossos filhos, O Melhor!
Você
já pensou em como quer ser tratado pelos seus filhos quando eles crescerem?
Quem
cria um filho sabe como todo o processo é dificultoso. Abre-se mão de muita
coisa. Sua vida se transforma em todos os sentidos. Outras preocupações, outras
prioridades. Para ir além do clichê das noites mal dormidas (que já é um clichê
bem doloroso), tem um monte de outras escolhas que transformam seu modo de ver
e de entender o mundo.
Mesmo
sendo tão complexo, difícil, esgotador, ainda assim, muitas pessoas querem
muito ter filhos. O que nos motiva a uma escolha dessas? Não sei!!!!
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
O pai da minha filha
Sou filha de pais separados. Isso não me gerou grandes traumas, mas me fez pensar em muitas coisas para minha vida. Meus pais se separaram quando eu tinha dois anos e, desde então, vejo meu pai muito ocasionalmente. Ele refez sua vida, se casou e teve três filhos. E eu fiz a minha vida ao lado da minha mãe, minha eterna amiga e companheira. Posso dizer, com toda a certeza, que ela sempre foi maravilhosa e conseguiu desempenhar seu papel de mãe lindamente, sem que eu carregasse qualquer mágoa contra meu pai, apesar de ele estar completamente ausente na minha vida.
Só tem uma coisa que eu nunca entendi.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Como, onde e porque?
Como texto inaugural, acho importante explicar um pouco sobre o que me motivou a começar a escrever sobre minha vida e expor a um número infinito de pessoas registros do meu cotidiano e de minhas impressões. Na verdade, sempre fui arredia a qualquer tipo de exposição de minha vida pessoal. Só fui ter um perfil no facebook há alguns meses, quando minha filha nasceu e os amigos me cobravam fotos e novidades da pequena. Além disso, não posso negar que eu sentia um grande desejo e orgulho de mostrar para o mundo a minha “obra de arte”...
Mas, enfim, o que acontece é que, junto com a maternidade, minha vida mudou muito. Muito mesmo! Antes de ficar grávida ou já grávida, a gente sempre escuta coisas como:
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